LIDIA martinez - falas da castro

Lídia Martinez na obra "Falas da Castro" 

 

"Sentir os Espaços Desertados pelo Homem" (30 Outubro) Auditório Municipal Fernando Lopes-Graça - Almada

( criação para a Plataforma Internacional de Coreógrafos )

 

Coreografia e interpretação

Isabelle Dufau, Lidia Martinez, Clermont Pithan.

Música / music: Madalena Graça, Juliette Greco, Giya kancheli, Pierre Henry, Mendelssohn, Amalia Rodrigues, Takemitsou.
Sonoplastia / sound design: Emanuele Balzani, LM,Thierry Jousse
Desenho de luz / light design: Clermont Pithan
Figurinos / costumes: Lidia Martinez
Fotografia,/ Photography: Patricia Godal

Aparentemente pacífico e contemplativo, é este movimento que nos leva a criar uma linguagem corporal de movimento lento, no entanto, ele não exclui a presença latente da pulsação do caos. A estética utilizada como um espelho onde se miram os espaços desertados pelos homens e que o artista tenta de investir cuidadosamente, pé ante pé.
Uma poética da desolação e da esperança, utilizando tensões pontuando o espaço de respirações diferentes, de estâncias onde se libertam pedaços de historias, alguns segredos.
Recordação evocatoria da solidão de personagens simples, humildes, habitando uma Natureza vasta.  

Lídia Martinez
Née à lisbonne en 1952. Diplômée en arts plastiques, féquente l’école supérieure des beaux-arts, lisbonne et paris. Étudie à l’opéra de S.Carlos, Ecole Magénia (théâtre gestuel, wroclav).
Stages:
tamasaburo bando,nadj, lonsdale, edith scob, aperghis, maratrat, baratha-natyam, carlos wittig, chant avec nena venetsanou…filme de danse, l’esquisse «la noce». Auteure, chorégraphe, interprète, plasticienne, crée une cinquantaine de pièces depuis 1981. Représente la France au: «made in France» 1989, à l’ADF, jacob’s pillow, vit à NY, danse au dia center for the arts, gowanus art ex., judson church, studio one…
Danse au centre georges pompidou dans le cadre de la danse portugaise à Paris, à deux reprises. Danse au BALLETEATRO, Festival da Fabrica, Galeria Zé dos Bois, Bando, Centro Cultural de Belém, Abril em Maio, ainsi qu’au FESTIVAL de Dança de Almada à plusieurs reprises.
Individuellement elle expose à paris, lisbonne, NY. «l’éxil se fait à l’intérieure de ma bouche», installation-performance, à miramas, édition d’un CD-rom.
Centa, «la catharsis de l’amour», crée un projet d’écriture chorégraphique et land-art dans le site. Anime le «bocal Portugais», 42 artistes créent in-situ pendant trois jours.
En 2005 tournée au Portugal, «Ano Inesiano». Théâtre for halls, interventions dans les halls de théâtres. Publie deux livres de poésie. Textes en ligne, revue «mouvances» et minguante.

Lidia e Isa

 


Bom Dia Dança, aí pelo país do Sol!

Falando de críticos e de livros... mais precisamente de uma nova edição recentemente saída em França de uma obra sobre coreógrafos contemporâneos, até parece que a Dança tem dinheiro para pagar este tipo de visibilidade!
No entanto, ela existe também de um modo “estatal” pelo menos, no que diz respeito pelo à França.
Existem muitas companhias que só têm o público restrito constituído por aqueles que as colocaram no circuito artístico com o dinheiro dos contribuintes.
É curioso reflectir sobre o que se passa num país vizinho como a Bélgica, relativamente à França. Naquele país as companhias e grupos são bastante ajudados financeiramente, quer pelos governos flamencos quer pelos valões, o que faz com que cheguem a Paris  e os seus espectáculos sejam bem mais baratos dos que se produzem em França. Uma companhia com dez artistas belgas ficará mais barata para um teatro francês que um trio “made in France”.
Mas isso só, não justifica o facto de a dança não estar mais plural e mais presente no quotidiano da cena. Por outras palavras: mais "pública".
A estreiteza das redes de dança funciona de um modo que se não “se  pertence” não se consegue evoluir com os meios que são indispensáveis para avançar. Quem trabalha “fora” (do circuíto) além de não conseguir pagar aos artistas não tem nem dinheiro para comprar um vestido de 20 euros... ( Eu sou das que tenho de pensar três vezes antes de o comprar...)
É ridículo e bem triste, mas ninguém quer saber desse tipo de problemas!
Não tens verbas, não fazes, e acabou!
Mas a força de sonho do individuo é sempre (ou quase sempre) mais forte que estas imposições.
Sempre pudemos usar algum do nosso tempo e militar. Temos o Sindicato da Dança. Temos outros sindicatos que se juntam a nó e que fazem barulho, mas  a caravana continua a passar. Mesmo se ladras, porque muitos já nem ladrar conseguem. Se já não há mais voz que se eleve quanto mais morder!
Ah, então, aí vai se direito ao matadouro... e na caravana vão os “lindos” que a tal escritora entrevistou e sobre os quais ela forçou as barreiras dos médias.
Já ninguém escreve sobre a dança ( sobre os espectáculos de dança) ou pouco se escreve.
... Pouca dança é visível!
Os poucos que ainda podem escrever, por carolice ou amor pela arte, não estão lá. Uns nunca estiveram, outros já não vão.
Agora uns poucos dados só para se ter a ideia do que hoje parece ser "preciso" fazer para que as pessoas venham aos espectáculos de dança em Paris. Provavelmente para puder ter o maldito subsídio, a bendita mesada, e entrar na programação de dança do Teatro Chaillot, mais de 70 % têm vídeo.
Não tenho nada contra, mas percebem o que eu quero dizer...

E os pseudo-críticos "fazem carreira" falando dos que estão "in place", que vão ter "leur place", e que não vão largar o osso!
E o Poder só dá massa e atençao a quem fala DELES, se ELES estiverem por dentro do que tu és ou do que fazes.
Nao são eles que vêem aos artistas, são estes que devem baixar o pescoço em sinal de obediência e dar-lhes aquilo em que eles se revêem. Isso está nos livros e Narciso não passa de aprendiz ao lado dos que (alguns que nós) bem conhecemos. Dos que se encostam uns aos outros. Uns mais "geniais" que outros, é certo. Outros mais manipuladores e lambe-botas.
O que nao é mau é sabê-lo!

 

 

Lidia Martinez - moura - abril 04 

 "MOURA ENCANTADA", desenho de Lídia Martinez 

Mercredi 9 avril 2007 à 19h au White Palace

 

White Palace – 194 Hoang Van Thu, Ward 9, Phu Nhuan Dist


Pour la première fois à Hô Chi Minh, des grands chefs, un créateur de haute couture et des artisans français se réunissent pour offrir un véritable spectacle des sens et des saveurs aux participants du dîner de gala de La Semaine Française.

Euro-Toques, la plus grande association de chefs européens avec plus de 4 000 membres, dont 500 en France, apportera son savoir-faire au travers deux de ses plus grands chefs, Henri Charvet et Gérard Royan, qui créeront le dîner avec le concours des chefs français au Vietnam, Didier Corlou du restaurant La Verticale, et Sakhal Phuong, du Sofitel Plaza Saigon. Le dessert sera préparé par le MOF (Meilleur Ouvrier de France) Gérard Taurin. Ce dîner créé à 10 mains comptera à son menu les plus grands vins et champagnes servis par les cavistes de Hô Chi Minh.

Didier Coulou, chef star sélectioné par Euro-Toques pour préparer le gala, sera accompagné de Henri Charvet, Président de l’Associaotion et d’auters chefs réputés.
"Didier Corlou est l’un des 100 meilleurs chefs de cuisine asiatique du monde et auteur de cinq ouvrages culinaires, dont « Ma Cuisine au Vietnam », meilleur livre de cuisine asiatique 2004.Entre Orient et Occident, cet explorateur des saveurs transforme la tradition culinaire asiatique par le mariage d’une cuisine créative et fusionnelle et de savants mélanges d’arômes et d’épices inédits"

Des artisans français contribueront à l’animation de cette soirée, qui offrira comme bouquet final un défilé de On Aura Tout Vu.
 

On Aura Tout Vu participe à la scène de la haute-couture française depuis 1995. br /> Initiallement sa contribution s’est limitée à la création d’accessoires, broderies, garnements et boutons. En 2002, On Aura Tout Vu fait connaitre au public sa première collection de haute couture. Depuis, la marque est invitée par la très prestigieuse Fédération Française de Haute Couture à présenter ses créations deux fois par an.

‘Etre différent et surprenant… en contrôlant complètement les phases de la créativité et de la qualité.’

A Hô Chi Minh Ville, originalité et surprise donneront le ton du défilé, qui comptera avec la participation de la cantatrice Lídia Martinez, d’une cantatrice vietnamienne et d’un des plus grands créateurs vietnamiens, Cong Tri.

Les places pour cette soirée de rêve sont déjà en vente. N’attendez plus pour réserver la vôtre